16 junho 2007

Mau tempo, para novas descobertas

Com mau tempo, já há alguns dias, hoje aproveitei para ficar em casa, catalogar e fazer cópias de segurança de alguns milhares de fotografias que já enchem o disco rígido do computador. Das mais de 20 000 que vi, escolhi esta. No Santuário de Nossa Senhora da Lapa, em direcção à Serra de Bornes, vê-se Roios aqui ao fundo. E um céu azul. Azul de verdade, de um azul puro, bonito.
A fotografia foi tirada no dia 21 de Março de 2007.

15 junho 2007

Vestida de branco


As cores dos campos de Vila Flor tem sofrido cambiantes fascinantes. Numa altura que começam a notar-se os efeitos da temperatura, olho para trás fascinado com tudo o que consegui registar. Aqui deixo algumas amostras do branco, sempre lindo, sempre puro.

14 junho 2007

As 7 Maravilhas de Vila Flor - Fotografias 7


Conjunto número 7 de candidatos às "7 Maravilhas do concelho de Vila Flor":

19 - Fonte Romana, em Lodões. Apesar de conhecida como Fonte Romana, tem a data de 1680. Junto dela está um tanque que servia de bebedouro para animais. está enquadrada num pequeno jardim com bancos com sombra.

35 - Capela de N. S. do Rosário, Sampaio. Esta capela também é conhecida como Igreja Nova ou Capela do Santíssimo. Trata-se de uma capela barroca com um bonito frontespício. Não conheço o seu interior.

36 - Chaminé dos Ochoas, em Santa Comba da Vilariça. A chaminé do Solar da Casa-mãe que deu origem ao Morgadio de Santo António. A chaminé é muito bonita mas com recuperação de casas em redor a visibilidade da mesma é cada vez menor.

37 - Cruzeiros medievais, em Santa Comba. São três os cruzeiros medievais em Santa Comba da Vilariça. São de grande interesse e imóveis de interesse público desde 1933.

38 - Igreja de S. Pedro, Santa Comba da Vilariça. Trata-se de uma igreja barroca começada em 1719. Tem um bonito frostespício e o portal principal é ornado por duas belas colunas torsas. Os altares, em talha dourada, são dos mais belos que encontrei por todo o concelho.

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13 junho 2007

As 7 Maravilhas de Vila Flor - Fotografias 6


Conjunto número 5 dos candidatos às "7 Maravilhas do concelho de Vila Flor".

22 - Capela de S. Marinha, em Meireles. Esta capela situada no fundo da aldeia, é dedicada a S. Marinha. A esta Santa protectora se faz uma festa a 18 de Junho.

24 - Capela de S. Cruz, no Nabo. Esta capela está ainda bastante distante da aldeia do Nabo. A primeira vez que tentei encontrá-la desisti, mas já lá fui 2 vezes. Não conheço o interior. tem inscrita a data de 1714 e foi reconstruída em 1939. fica no caminho para Godeiros. Á frente da capela existe um cruzeiro medieval ( não visível na fotografia).

30 - Capela de Nossa Senhora de Lurdes, Samões. Fica situada junto à escola Primária, mesmo à entrade de Samões (para quem vai de Vila Flor em direcção a Carrazeda). Tem um pequeno recinto, muito bem cuidado, sendo um dos locais por onde a juventude se passeia nas tardes dos Domingos com sol.

31 - Igreja de S. Brás, em Samões. Trata-se de uma igreja barroca com um frontespício muito belo. Podemos encontrar a cruz de malta em vários locais. No arco da capela-mor encontra-se a inscrição "Este arco mandou fazer o povo a..." e falta a data! Atrás da igreja há um bonito relógio de sol e o que resta de uma bela pia baptismal (de que alguém não gostou).

34 - Capela de Nossa Senhora da Rosa, Sampaio. Encontra-se fora da aldeia, quase junto da Ribeira da Vilariça. Já aí se realizou uma feira franca nos 3 primeiros dias de Maio. É um dos principais pontos de devoção em todo o Vale da Vilariça.

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Freguesia Mistério 5

Ao fim de um mês de votação na Freguesia Mistério n.º4 chegou a altura de aferirmos os conhecimentos dos votantes.


Votaram 37 pessoas e a distribuição dos votos foi a seguinte:

Assares (2) 5%
Candoso (2) 5%
Carvalho de Egas (1) 3%
Frexiel (2) 5%
Mourão (1) 3%
Nabo (1) 3%
Roios (6) 16%
Samões (1) 3%
Santa Comba de Vilariça (7) 19%
Valtorno (1) 3%
Vale Frechoso (1) 3%
Vila Flor (8) 22%
Vilarinho das Azenhas (4) 11%

As imagens apresentadas encontram-se na bonita igreja de S. João Baptista, em Roios. Esta hipótese recebeu apenas 16% dos votos. Como se pode ver na margem direita da fotografia, lá está Cristo na Cruz.




Na nova Freguesia Mistério coloco mais um Relógio de Sol, bonito, muito "exposto ao sol", bem conservado e que pode ainda ser utilizado para saber as horas.



Em que freguesia se podemos encontrar este Relógio de Sol?


Participem votando...
(Na margem direita do Blog)

12 junho 2007

As 7 Maravilhas de Vila Flor - Fotografias 5

Quinto painel da candidatos a "7 Maravilhas do concelho de Vila Flor", este reunindo só capelas e igrejas.

20 - Capela de Santa Maria Madalena, Macedinho. O exterior é muito simples, no interior tem um pequeno altar com talha do séc. XVII.

23 - Igreja de S. João Baptista, Mourão. De construção românica e formas bastante interessantes, tem um belo altar com talha do séc. XVII.

28 - Igreja de S. João Baptista, Roios. É uma igreja barroca reconstruída nos finais do séc. XVIII. Os altares colaterais são mais antigos. É também de realçar o altar-mor e o tecto da capela-mor com caixões pintados, de grande beleza. Foi uma surpresa para mim, esta igreja.

29 - Capela de N. S. do Rosário, Samões. Encontra-se em obras. O cabido foi destruído e encortado em cerca de 80 cm de comprimento porque o carro de recolha do lixo teimava em bater nele! Vamos ver como fica depois das obras... O interior é muito bonito.

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11 junho 2007

À procura de vestígios arqueológicos no Nabo


No dia 9 de Junho pude partir à descoberta de mais um pouco do concelho de Vila Flor. A opção pela freguesia de Nabo, deve-se essencialmente a dois factores: o primeiro porque, apesar dos votos (no Blog) que o indicam como Próximo Destino, não tem estado muito nos percursos que tenho feito; segundo, porque ao indicar a Godeiros, no Nabo, como candidato a ser uma das “7 Maravilhas de Vila Flor” aguçou o meu apetite em conhecer o local.
Fui de carro. Não porque tenha alterado o meu gosto de contacto próximo com a Natureza, mas porque a Nikon 4300 já está calejada de tanto bater no guiador, mas não arrisco andar com o meu brinquedo novo (Canon 400D) de bicicleta.
Depois de me informar na aldeia sobre a localização de Godeiros e da Pala do Conde, desci ao fundo da aldeia e segui por um caminho rural recentemente arranjado até à Capela de Santa Cruz. A primeira vez que aqui estive (e única) foi quando participei na II Rota da Liberdade, em BTT. Tive pena do automóvel que tem quase duas décadas de idade e continuei a pé. Devido à construção de uma barragem próximo da Vide pela cota dos 200 metros começou a aparecer um largo estradão que seguia na direcção da elevação onde eu pretendia chegar. Os terrenos neste baixa junto ao ribeiro que passa no Nabo, na zona que se pensa venha a ser inundada, estão praticamente abandonados. Um agricultor que lavrava um bonito batatal garantiu-me que as suas terras também já lhe tinham sido compradas! A bacia da futura barragem está limpa de vegetação, optei por seguir por aí e abandonei o caminho. Tentei adivinhar a azáfama que estas terás terão vivido. Lá estão as paredes, os poços, as noras que regavam de farta água uma faixa estreita de hortas ribeiro abaixo. Encontrei mais alguns terrenos cheios de tomate, batateiras e milho, como só nos solos profundos cresce.
Inundado de pensamentos e de suor cheguei à Pala do Conde. A pala, em si, pouco tem de interessante. É uma cavidade natural com alguns metros de profundidade criada por uma laje xistosa. Sobre ela encontra-se algo de interessante. Trata-se de uma sepultura escavada na própria fraga que forma a pala. Esta sepultura, escavada nesta rocha mais resistente, é possível que pertencesse a alguém especial. Assim nasceu a lenda de que se trata da sepultura do Conde, senhor do Castelo de Godeiros. Dei comigo a pensar – Se o Conde foi enterrado aqui, onde descansam os restantes? Parece-me que na limpeza da bacia da barragem, algo mais foi descoberto, falta saber o quê. Resisti à tentação de subir a montanha, à conquista das terras deste conde, optei antes por seguir em frente em direcção ao local onde a barragem começa a ganhar forma.

Mal me desviei um metro do caminho, chamaram-me à atenção alguns pedaços de cerâmica. “Tropecei” nela por acaso, mas não havia dúvida, a concentração de pedaços de cerâmica é enorme. Sem dúvida que existiu aqui um habitat romano. Andei em círculos, a área onde se encontram vestígios, é enorme mas quando me aproximei do Ribeiro Grande que recolhe água do Seixo, Mourão (Valtorno e Carvalho de Egas!), não encontrei mais vestígios. Junto da enorme torre que já se levanta na parte mais funda da futura barragem senti-me minúsculo.
Voltei para trás. De novo no local onde encontrei cerâmica atravessei o caminho e comecei a subir a encosta. Também da parte de cima do caminho há vestígios da zona ter sido habitada. Curiosamente não encontrei nenhum pedaço de barro que me mostrasse terem existido por ali tégulas! Encontrei sim pedaços de barro com diferentes espessuras e graus de finura.
De repente surgiu-me à frente um marco em granito. Não há por aqui granito! Tratava-se de um bloco de granito, com cristais bastante finos, disposto aparentemente como um marco. Na face virada a Sul tem gravadas as letras D. P., não faço a mínima ideia do que significa. Mais curiosas são as marcas que apresenta noutra face. Ou eu estou com visões ou este bloco de pedra fazia parte do umbral de uma porta e não de uma porta recente. Os rasgos serviriam para encaixar a porta que giraria sobre um eixo (não deviam existir dobradiças).

Continuei a subir ao topo do monte conhecido por Godeiros. Comecei a encontrar paredes construídas em círculo, rodeando o monte. Não é muito fácil ter uma visão do conjunto, há muito mato rasteiro e muitos carrascos. Toda a área se encontrava revolvida recentemente. De início pensei que talvez fosse algum javali mas não, foi algum “caçador de tesouros”. Espero que não tenha destruído em vez de preservar. Em termos fotográficos é difícil conseguir algo interessante para mostrar, apenas se podem fotografar pequenos lanços de muros por debaixo da vegetação.
No topo do monte encontram-se vestígios do que poderá ser uma atalaia. As paredes não têm mais de meio metro de altura, a vegetação tomou conta de tudo.
Do alto de monte tem-se uma bonita visão para o Vale da Vilariça, em direcção à Junqueira ou à Horta da Vilariça. Também olhando para Norte de vê o Nabo, espreguiçando-se nas suas ruas alongadas.
Desci a encosta concentrando-me agora na vegetação rasteira. Pequenos tufos de delicadas flores rosadas chamaram-me a atenção. Tratava-se do conhecido fel-da-terra (Centaurium erythraea) usada na medicina popular como tónico digestivo ou para baixar a febre.
Com febre estava eu a ficar, ou seria fome? A hora de almoço há muito que tinha passado, fazia um calor sufocante e a ameaça de chuva concretizou-se antes mesmo de eu chegar ao Nabo.
Fazendo fé no painel de azulejos da Capela da Santa Cruz que diz:
Tendo nascido engegado
De muito longe aqui vim
Tomei banho e bebi água
Com saúde forte vou assim.
Bebi da milagrosa água, antes de partir envolto numa nuvem de pó, em direcção à aldeia. Ainda fiz uma paragem na capela de Nossa Senhora do Carrasco. No cabido exterior penduradas nas colunas de granito havia bonitos ramos de rosas vermelhas a espicaçar a minha criatividade. Com elas dei por encerrada esta minha caminhada “À Descoberta do Nabo”.

As 7 Maravilhas de Vila Flor - Fotografias 4


Aqui fica a apresentação do 4.º conjunto de candidatos às 7 "Maravilhas" do concelho de Vila Flor:

13 - O Vinho. Estou certo de que para alguns esta será a maior maravilha de Vila Flor, também não desgosto. Brincadeiras à parte, o concelho de Vila Flor faz parte de uma região de muitos e bons vinhos. Há um bom leque de vinhos já engarrafados, vendidos a preços bastante variáveis, de qualidade mediana a muito boa. Ao colocar o vinho como "candidato" fui demasiado específico, a minha ideia era englobar o "licor" mas não só, também toda a envolvente, como por exemplo as vinhas.

15 - Miradouro da Gralheira, em Folgares. A aldeia de Folgares é toda ela um miradouro, mas este local, um ponto ainda mais elevado, situado mesmo ao lado da mesma, é digno de ser visitado. É um manjar para os olhos toda a paisagem que a dali se avista.

16 - Fonte Romana, Freixiel. Embora nela esteja gravada a data de 1780, a sua construção deve ser anterior. É arcada e talvez medieval. Junto a esta encontra-se a Fonte das Bicas, com água em abundância.

17 - Forca, Freixiel. É constituída por dois pilares de rochas graníticas, numa pequena elevação que domina a aldeia. Tem bons acessos e daí se tem uma magnífica vista sobre o vale e sobre Freixiel.

18 - Insculturas rupestres da Serra, Freixiel. Embora haja outras insculturas do género, em Freixiel, estas são as únicas que conheço. Estão muito próximas do antigo Castro. Trata-se de um bloco de granito, com alguns metros de comprimento, onde se encontram escavadas um grande número de covinhas, feitas algumas delas de forma ordenada, formando conjuntos complexos.

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10 junho 2007

BTT, o Vale da Vilariça de outro ângulo

Hoje aproveitei para conhecer o Vale da Vilariça, visto do outro lado, do concelho de Alfândega da Fé. Integrado na Feira da Cereja 2007, realizou-se o IV Passeio BTT da Cereja. A minha prática do BTT tem acontecido somente no concelho de Vila Flor (com umas escapadelas a Carrazeda) e com objectivos bem definidos, que ultrapassam o desporto pelo desporto. Hoje, além de poder ver o Vale da Vilariça de outros ângulos contava com a companhia de seis atletas do Clube de Ciclismo de Vila Flor, estando reunidas as condições para uma manhã bem passada.
A concentração foi em frente ao Jardim Público, juntando pouco mais de 3 dezenas de atletas de todas as idades (e pesos). Percorremos alguns quilómetros no interior dos pomares de cerejeiras ainda com alguns frutos vermelhos pendurados, mas em pequena quantidade.
Quando cruzámos a estrada N315 perdi os meus pontos de referência e não sei exactamente por onde passámos, talvez por Vales ou mesmo Sambade, sempre por caminhos rurais. Só quando avistei o Vale da Vilariça, de uma altitude entre os 800 e os 900 metros me senti em casa. Lá abaixo sim, eu conhecia. Pelo menos a margem direita da Ribeira da Vilariça. O céu, ora se carregava de nuvens escuras, ora se abria deixando passar fios de ouro que iluminam pequenos mantos do infindável vale. Foi aí que reencontrei os meus amigos Paulo e Rui Carvalho, preocupados com o meu atraso, mas também fascinado com a beleza do vale, como amante que também é de belas fotografias.
A descida até próximo de Vilares da Vilariça foi rápida (e perigosa). Fiz algumas pausas, não tantas como queria, para registar o Momento. Do outro lado do vale o olhar atente contou, a Trindade, Valbom, Santa Comba da Vilariça, Assares, Lodões e Sampaio cercados de verdes vinhas e olivais.
A pausa para reabastecimento aconteceu em Vilarelhos, a pouco mais de 200 metros de altitude. Depois de saciada a fome, a sede e de algumas conversas bem dispostas, abalámos até Alfandega da Fé. Foi um percurso muito agradável, com algumas subidas íngremes sem nunca tocarmos o alcatrão. Não houve muito tempo para olhar para trás a admirar a paisagem. Quando chegámos a Alfandega, um bátega de água refrescou-nos no último quilómetro.
O almoço foi numa barraquinha, na Feira. A sorte foi termos uma equipa em forma porque tivemos que agarrar na mesa e fugir da chuva que teimava em não nos deixar almoçar em paz!

As 7 Maravilhas de Vila Flor - Fotografias 3


Terceiro grupo de candidatos a "Maravilhas" do concelho de Vila Flor:
11 - Biodiversidade do Concelho. A biodiversidade refere-se à Fauna e à Flora do concelho. Na fotografia vemos um casal de Megulhões-de-Crista (Podiceps cristatus) que nidificaram numa albufeira do concelho.

12 - Paisagem do Vale da Vilariça. A paisagem do vale da Vilariça é bela de qualquer ponto que se olhe. De muitas encostas tê-se uma visão lindíssima. Esta fotografia foi tirada do centro do Vale, perto da Ribeira da Vilariça, em direcção à Junqueira.

14 - Fragas das Pinascas em Folgares. Há enormes fragas graníticas à toda a volta de Folgares. Algumas têm formas bastante curiosas.

27 - Capela velha de S. António - Ribeirinha. É uma capela do Séc. XVII, com o interior muito simples.

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09 junho 2007

As 7 Maravilhas de Vila Flor - Fotografias 2

Nesta fotografia figuram os candidatos a "Maravilha" do concelho de Vila Flor:

7 - Fraga do Ovo. Trata-se de uma pedra bolideira, na freguesia de Candoso, mesmo junto à estrada para Carrazeda de Ansiães.

8 - Igreja de Santa Catarina em Carvalho de Egas. É uma igreja barroca, construída em 1772. Ainda não tive oportunidade de visitar o seu interior.

9 - Amendoeiras em Flor. As amendoeiras em flor distribuem-se por um pouco por todo o concelho com maior predominância nas zonas de maior altitude. Este Inverno foi bem visível a quantidade de autocarros cheios de gente que pararam em Vila Flor, arrastados pela beleza dos amendoais floridos. É a maior atracção turística de Vila Flor e arredores.

10 - Azeite. O Azeite é produzido em quantidade e em qualidade por todo o concelho. Se não for a maior riqueza é seguramente uma das mais importantes.

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08 junho 2007

As 7 Maravilhas de Vila Flor - Fotografias 1


Dou inicio hoje à postagem de conjuntos de fotografias candidatas a "Maravilha" do concelho de Vila Flor. A ideia não é centrar a votação nas fotografias e por isso não me preocupo em mostrar imagens de boa qualidade e/ou alta resolução. As fotografias, em pequenos grupos, quase sempre seguindo a ordem alfabética das aldeias, destinam-se mais àqueles que não conhecem bem os locais, ou os conhecem por outras designações (uma vez que eu talvez utilize mais a designação "dos livros" do que a local).
A votação está a decorrer muito bem, tendo votado até ao momento 12 pessoas.
Futuramente vou numerar os candidatos para uma melhor localização.
Na fotografia acima temos:

1 - Ponte do Vieiro sobre o Rio Tua e Linha do Tua. Sobre este candidato, tenho dúvidas se situa no concelho de Vila Flor. A estação do comboio, apesar de estar localizada na margem pertencente ao Vieiro é designada por estação de Abreiro!

2 - Marcos em Alagoa. Este é o marco do Fasquieiro que divide o concelho de Vila Flor com o de Carrazeda. Há mais marcos nos arredores da aldeia.

3 - Capela de S. Lourenço, no Arco. Foi construída em 1777.

6 - Fonte da Mina em Benlhevai. Há outra fonte ainda mais antiga do que esta, a Fonte Limpa.

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