27 julho 2008

Freixiel

Passeio em Freixiel
23 de Julho de 2008

25 julho 2008

Rio Tua



Rio Tua, Ribeirinha, Maio de 2008.

24 julho 2008

20 de Julho - Chega de Bois

Terminou mais uma Feira de Produtos e Sabores, TerraFlor, já na VI edição. O acontecimento que chamou mais à atenção, a mim e muitas outras pessoas, foi a Chega de Bois.
Realizou-se no dia 20, no campo de futebol do Vila Flor. A afluência de público foi considerável e esperava-se um bom espectáculo. Realizaram-se 5 lutas de touros, nem todas do agrado do público. Já assisti a eventos semelhantes, no planalto mirandês e sei que estas lutas são bastante imprevisíveis.
Houve alguns momentos entusiasmantes, embora de curta duração. Mesmo a grande distância, registei alguns momentos, em fotografia, que agora partilho neste painel.

18 julho 2008

Fragas


Que fragas, aquelas! Duras.
Não se lavram.
Não andam, não se mexem.
Vivas, vêem e ouvem. Mas não falam!
Testemunhas perpétuas dos que passam.
Batidas pelo sol e pelo vento, não dão pão. Só quando moídas em pó-terra.
Abrigam aves e répteis; os homens , às vezes.
Vêm rios da vida e ouvem promessas.
- Fragas de Deus e do Diabo, GRITEM!

Poema de Nascimento Fonseca, publicado no jornal Enié a 23 de Julho de 1975.
Fotografia: Cabeço de Santa Cruz, Lodões, 12 de Abril de 2008

17 julho 2008

Novo Blogue - A Linha é Tua


Cada um luta por aquilo em que acredita e eu acredito que, por todas as razões, económicas, ecológicas, históricas, emocionais, etc. a Linha e o Rio Tua devem manter-se sem barragem.
De todos os argumentos que os defensores da construção da barragem apresentam, apenas concordo com um: a necessidade crescente de água potável. De resto, quantos mais argumentos apresentam, quantas mais bandeiras de progresso agitam, mais me convencem de que estão errados, tal como errada está a sua visão da vida, do homem e do futuro.
Tenho feito várias visitas à Linha do Tua e ao Rio Tua, tenho feito bastantes fotografias e (d)escrito algumas emoções, porque para mim as emoções valem mais do que alguns tostões. Decidi juntar tudo, de Carrazeda de Ansiães, Vila Flor e Mirandela, num só Blogue, a que chamei - A Linha é Tua (http://alinhaetua.blogspot.com/)
Neste blogue vou colocar o que tinha distribuído em vários blogues, no que se refere à Linha do Tua, e talvez concentrar notícias relacionados com o tema. É mais um "À Descoberta", mas desta vez inter-concelhio, porque o rio, sendo fronteira, é também barco, ponte, proximidade.

16 julho 2008

No Cabeço


No dia 15 de Julho fiz um curto passeio de bicicleta, juntamente com o meu filho, ao cabeço de Nossa Senhora da Assunção. Curiosamente dia 15, um mês antes do grande acontecimento que é a Festa da Senhora da Assunção, a 15 de Agosto, venerada neste santuário.
Mesmo ao fim da tarde, o calor era muito. Estávamos no alto do cabeço quando chegou aquilo a que eu chamo a hora mágica. É um momento de nostalgia, de cores quentes e grandes silêncios.
Quase dava para ouvir as abelhas que continuavam no seu trabalho infindável, acompanhadas por um batalhão de outros insectos.
Tivemos também tempo para espiar os coelhos que saíram das suas tocas e que corriam, aos grupos, em todas as direcções. Nunca vi tanto coelho na minha vida!

De regresso a casa, ainda demos mais uma espreitadela num caso raro de adaptação dos animais ao homem. Trata-se de um ninho de uma pequena ave, alvéola-branca (Motacilla alba), construído num lugar incrível! Num púcaro, pendurado numa concha, que por sua vez está também pendurada. Tudo isto num equilíbrio muito frágil, mas onde o milagre da vida já aconteceu. Os filhotes estão cada vez mais desenvolvidos e, espero, que nos próximos dias abandonem o ninho. Isto porque, estão muito acessíveis a uma série de animais predadores e até ao homem, que nem sempre tem um comportamento civilizado, em situações semelhantes.
Deixo uma fotografia do ninho, mais tarde poderei revelar o local.

Quando chegámos a casa, o céu revestiu-se de cores de oiro, realmente fantástico. Apeteceu-nos sair de novo, para admirar os tons frágeis e momentâneos com que o horizonte se pintava.

Quilómetros percorridos em BTT: 14
Total de quilómetros de bicicleta: 1848

14 julho 2008

De volta à Linha do Tua

Esta é a continuação do passeio que fiz, a pé, no dia 12 de Julho. Começou em Freixel, continuou pela Ribeira da Cabreira até à foz, no Rio Tua.

Cheguei ao Rio Tua às duas horas da tarde. Fiz questão de descer junto à margem e ir ao exacto local onde as águas da ribeira se diluem no ainda grande caudal do rio. Espreitei a ponte do comboio - que salta a ribeira - e preparei-me para a segunda etapa, agora já em terreno meu conhecido.
Aproveitei para calar o estômago, enquanto caminhava. Já podia seguir tranquilamente.
As primeiras observações levaram-me a comparar a paisagem com aquela que encontrei em Abril de 2008. A erva seca substituiu o manto de flores que ladeava a linha, mas o rio continua igual, vigoroso e barulhento. Este troço da linha foi objecto de uma intervenção, mesmo até ao Cachão. Parece-me que aproveitaram a movimentação das máquinas para o enterramento de uma estrutura de mangas de plástico (com o objectivo de receberem redes de fibra óptica), para limparem as valetas, ajeitarem a gravilha, substituírem algumas travessas, colocarem novos sinais, etc. Tantos melhoramentos numa linha a abater?!

Até à estação de Abreiro, foi um passeio. A estação está transformada em estaleiro, mas não encontrei água, nem casas de banho.
Aborreceu-me o facto de não passar nenhuma automotora. É mais agradável fotografar a linha, quando esta está ocupada.
Aproveitei a paz ambiente para fazer uma viagem no tempo. Imaginei a que velocidade seguiria a composição que transportou El-Rei Dom Luís e a rainha D. Maria Pia, que se deslocavam a Mirandela para a inauguração da linha, a 27 de Setembro de 1887. Imaginei-me a registar o momento com a minha moderna câmara digital (imaginação fértil). Imaginação também não faltava a Rafael Bordalo Pinheiro, que esteve presente na cerimónia, na estação de Mirandela.
Parti para a etapa seguinte, Ribeirinha. Gosto muito deste troço. As águas encolhem-se por entre rochas gigantescas, fazendo muito barulho; na margem oposta há formações graníticas interessantes; começa a aparecer o cume da Serra do Faro, meu vigilante de muitos passeios. No quilómetro 31 encontrei uma nascente de água. Era saborosa e aproveitei para repor as reservas que transportava.

Um pouco mais à frente há um rochedo elevado, entre a linha e o rio. Aproveito sempre para fazer fotografias doutro ângulo, subindo ao rochedo. De repente, saindo das curvas da Ribeirinha, apareceu um grupo de pessoas que caminhava pela linha. Eram mais de uma dezena. Ainda pensei que se tratava do grupo com quem pensara encontrar-me, mas não. Continuaram em direcção a Abreiro e eu à Ribeirinha. Ao vê-los afastarem-se, em linha, pela linha, lembrei-me: porque é que ainda ninguém se lembrou de criar um passeio ao lado da linha? Um passeio com pouco mais de 50 cm de largura, seria suficiente para que os caminhantes pudessem percorrer, facilmente, toda a extensão da linha. Não teria sido difícil fazer esse passeio, em cimento, à medida que formam enterrando a estrutura para a fibra óptica.
Quando cheguei à estação da Ribeirinha, estava na hora de passar a automotora, no sentido Mirandela-Tua. O senhor Abílio, “guarda” sempre atento da estação, prontamente me abasteceu de água fresca. Trocámos algumas palavras enquanto a automotora não chegava. Chegou, e parou. Também na automotora viajava um grupo de amigos, meus, da fotografia e da Linha do Tua! Ainda tive tempo para os cumprimentar, a automotora fica sempre alguns minutos na Ribeirinha. Seguiu em direcção ao Tua, e eu, em direcção a Vilarinho das Azenhas. Neste troço, mal se avista o rio. Às vezes sigo pelo caminho, que é paralelo à linha, mas decidi manter-me na linha. Nas oliveiras em redor vêem-se muitos rebentos novos! Parecem estar a recuperar da doença que as afectou e que matou bastantes, nestas zonas baixas.
Não fiz nenhuma pausa no Vilarinho. O cansaço já era muito, doíam-me os pés. Caminhar pela linha, pisando de travessa em travessa, não é rápido e maça muito a base dos pés. Na maior parte do percurso não há outra alternativa, mas nalguns locais há uma pequena faixa de terra, que se deve aproveitar.

Já passava das seis da tarde, o sol dava alguns sinais de querer descansar. Nos rochedos escarpados sobre o rio já se notava o alaranjado do entardecer. Passou mais uma automotora, esta só até Abreiro.
Perto do Cachão encontrei, junto à linha, uma planta que nunca tinha visto. Trata-se de uma espécie de feto, mas muito grande e lenhoso! Nunca o vi em lugar algum, ao longo de toda a linha, só encontrei aqui pequenas manchas, em locais escarpados e sombrios, como é típico dos fetos. Vou procurar saber mais desta planta.
Já muito devagar, fui-me aproximando do fim do meu passeio. E devo dizer que não terminei no melhor local. O aspecto do Complexo do Cachão, para quem passa na linha, é tudo menos bonito e o cheiro ainda é pior.
Foi um longo passeio, cheio de emoções e magníficas paisagens.

13 julho 2008

Pela Ribeira da Cabreira, em Freixiel


12-07-2008 Tinha o dia de hoje reservado para acompanhar um grupo de pessoas que ia percorrer a Linha do Tua. A comunicação falhou, de forma que só me restou definir o meu próprio percurso. A primeira ideia, seria eu fazer a pé, a parte da Linha do Tua que percorre o concelho de Vila Flor. No fundo era isso que eu tinha pensado fazer, para acompanhar o grupo de caminheiros que iria percorrer toda a linha, em vários dias.
O concelho de Vila Flor começa a poucos metros do complexo do Cachão, onde o acesso é fácil. A estrada Cachão-Vilarinho das Azenhas acompanha a linha. O limite entre Vila Flor e Carrazeda de Ansiães não é tão acessível. A marcação entre as freguesias de Pereiros e Freixiel, percorre uma zona agreste, entroncando no Rio Tua, algures entre as estações de Abreiro e Codeçais. O ponto de referência é a Ribeira da Cabreira, embora os limites das freguesias não a acompanhem. Com chegar a este local? Tive uma ideia! Porque não ir até Freixiel e descer ao longo da Ribeira da Cabreira? É fácil imaginar, difícil de acreditar, mas não estamos a falar de descoberta e aventura?

Por volta das 11:30 horas estava na Rua da Estrada dos Folgares, em Freixiel. Já há muito que tinha germinado a ideia de acompanhar a Ribeira da Cabreira até à foz, no Rio Tua. Ainda era muito jovem quando a percorri, Cabreira abaixo, até Freixiel, tinha agora oportunidade de terminar a tarefa.
O percurso estava traçado: desceria até ao Rio Tua/Linha do Tua, tentando acompanhar de perto a Ribeira da Cabreira; percorreria a Linha do Tua, até ao Cachão, passando por Abreiro, Ribeirinha e Vilarinho das Azenhas; voltaria a Vila Flor, de carro. Este itinerário deixava-me pouco mais de 20 quilómetros para percorrer a pé.
Deixei a aldeia, em direcção à ribeira. Acompanhei-a durante pouco tempo. Desviei-me depois, por entre vinhas e oliveiras, em direcção às sepulturas escavadas nas rochas, no Salgueiral. Neste local já estive.
O dia prometia. O céu estava azul, povoado de nuvens brancas. A temperatura era alta, mas fazia-se sentir um ventinho ligeiro, amenizando a caminhada. Ia ser uma tarde farta de "disparos".

Em tempos idos, toda esta zona dos terrenos onde me deslocava, esteve alagada. As águas da Cabreira e do Pelão juntavam-se no local onde está hoje Freixiel. Não deve ter sido fácil rasgar no etéreo granito uma saída, serpenteando entre altas montanhas, até ao Rio Tua. Quase pude adivinhar o local, quando percorri as rochas que dividem dois mundos: o vale fértil onde se situa hoje Freixiel e o percurso agreste que se seguiu, com enormes blocos de granito sob os quais a ribeira desaparece, para surgir mais abaixo, sempre agitada, fugidia e transparente. A partir deste ponto, a paisagem parou no tempo. Adivinham-se os caminhos sufocados pelo mato; vêem-se, de onde em onde, oliveiras selvagens, sobreviventes; a única mostra da mão humana, são os sobreiros, sem cortiça. Os sobreiros são os únicos que sobrevivem, à medida que os homens abandonam as terras, limitando-se aos terrenos mais férteis, em voltas das aldeias.
A certa altura o caminho terminou, eu sabia que isso ia acontecer. Fui progredindo no terreno alternando de margem, tentando aquela que me parecia mais favorável. Era impossível seguir pelo leito da ribeira.
Ainda muito próximo de Freixiel encontrei as ruínas de alguns moinhos, penso que se chamam os Moinhos da Peiada. Arranhei-me todo nas silvas, mas não consegui seguir em frente sem lhes fazer uma visita completa. Há dois moinhos, cada um com rodízios, mas construídos em cascata, ou seja, a água, depois de fazer funcionar o primeiro moinho, era aproveitada pelo segundo, ideia também utilizada nalgumas barragens hidroeléctricas.
Continuei ribeira abaixo. A certa altura pareceu-me ver um cintilar azul metálico, sobre uma rocha! Era mesmo verdade, um guarda-rios (Alcedo atthis) exibia-se! Fiquei atrapalhado! Queria trocar a objectiva, mas tinha medo que a ave se fosse embora, são muito rápidos. Nem tentei aproximar-me mais, tentei a fotografia mesmo assim.

Mais abaixo encontrei a estrutura de uma antiga ponte, já destruída. Não tem acessos, deve ter sido abandonada há muito tempo. Faria esta ponte parte de uma rede de estradas, com ligação à antiga ponde de Abreiro? Em Pereiros há uma ponte romana, na Ribeira das Lages, que aqui se junta à Ribeira da Cabreira. O pilar, no leito da ribeira, tem as juntas rusticamente tapadas com cimento. Qual será a antiguidade desta ponte? É uma boa questão a investigar.
Pouco depois encontrei um pontão, recente, permitindo aos veículos atravessarem facilmente a ribeira. Este caminho vem de muito perto da ponte romana, Ponte das Olgas, de que falei. Segue directamente até ao rio, e eu aproveitei para seguir por ele. Os limites da freguesia de Pereiros ultrapassam o leito da ribeira, subindo ao cume da Serra Tinta, seguindo por ele até ao rio. Estava, portanto, em território do concelho de Carrazeda de Ansiães.
O caminho é bom, compreende-se, segue por entre valados de vinhas jovens, modernamente plantadas! Estou em querer que este caminho deve ser muito antigo. Pereiros não consta das estações da Linha do Tua, desde o seu início, então de que são aquelas ruínas que estão junto à linha, perto da foz da Ribeira da Cabreira? Estas ruínas intrigaram-me da primeira vez que por ali passei, a caminhar. Agora ainda fico mais intrigado por saber que há um caminho, bastante bom até, que liga este "fim-de-mundo" à aldeia de Pereiros.
Cheguei ao Rio Tua às duas horas da tarde. Fiz questão de descer ao rio e ir ao exacto local onde as águas da ribeira se diluem, no ainda grande caudal. Espreitei a ponte do comboio que salta a ribeira e preparei-me para a segunda etapa, agora já em terreno meu conhecido.

A aventura continua, pela Linha do Tua, talvez amanhã...

12 julho 2008

Linha do Tua - Debate Público


Dia 25 de Julho de 2008, no Porto.
Cartaz em formato PDF aqui.
Mais informações no sítio do Movimento Cívico pela Linha do Tua.



Rio Tua, Ribeirinha, Maio de 2008.

11 julho 2008

VI TerraFlor | feira de produtos e sabores

17 a 20 de Julho 2008 em Vila Flor
Preocupado com o meu desconhecimento do programa da VI TerraFlor, alguém teve a amabilidade de me enviar o conjunto completo dos cartazes, salvo os que ainda vão sair no decorrer da feira. Creio que foi o próprio D. Dinis! Como gosto de partilhar, estão disponíveis na margem direita do Blog. Basta clicar neles e abri-los, para que fiquem legíveis.

Homenagem


Oiro em Oiro

Era o sol e era um giestal em flor.
Havia luz a rodos na campina,
Uma orgia fantástica de cor
Que me tomou de pânico a retina.

Do sol doirado, os raios, em 'splendor,
Bombardeavam com poalha fina
As giestas amarelas, e um furor
Se espalhava nos ar's, de luz citrina!

Era oiro no oiro, luz na luz,
Uma batalha insana de rivais:
Giestas - o alvo; o sol - o arcabuz;

Desintegra-se a tinta dos giestais
E a cor entra em meus olhos, sai, reluz,
Enche estes versos e não finda mais!

Soneto de Cabral Adão, publicado no jornal "Notícias de Mirandela".

10 julho 2008

Flor do Mês - Junho 08

O mês de Junho já terminou há alguns dias e eu ainda não elegi a Flor do Mês de Junho. Poderia colocar à votação, sempre me chegava algum feedback, mas quem é que tem tempo para andar por aí a olhar para as flores, ainda mais silvestres?

De alguns exemplares mais apelativos e mais próximos dos perímetros urbanos, fui dando conta aqui, no Blog. Não há nenhum que se destaque, como no mês anterior, as giestas.
Sei que as papoilas e os pampilhos vão ficar com ciúmes, mas, a minha escolha, recai sobre uma pequena planta, típica de zonas rochosas, que a maioria das vezes cresce nas frestas dos rochedos graníticos e xistosos. É o que se chama uma planta rupícola. Estou a falar do cravinho ou cravinas-bravas (Dianthus lusitanus). É frequente em todo o interior do país mas também em Espanha e Marrocos.
A planta é vivaz. As flores solitárias, hermafroditas, com cálice tubuloso e corola cravinosa, com 5 pétalas dentadas, rosadas, 10 estames, 2 estiletes. Os caules são finos e lenhosos.
Não é fácil fotografar os pequenos cravos, em pormenor. Primeiro, porque são pequenos, segundo porque são de uma cor tão delicada, que as câmaras têm dificuldade em registar.
Não é necessário grande esforço para encontrar esta flor. Na berma das estradas, desde que haja escarpas rochosas, ela espreita, singela, delicada e perfumada. A floração vai de Junho a Setembro, por isso ainda há muito tempo para as admirar.