11 agosto 2011

Vilarinho das Azenhas - Noite de Festa

Noite de Festa, em Vilarinho das Azenhas, no dia 13 de Agosto de 2011.

10 agosto 2011

Dois carros dos bombeiros destruídos pelas chamas em Vila Flor



Três incêndios no distrito de Bragança consumiram ontem grandes extensões de mato, floresta e pomares. A situação mais grave ocorreu em Vila Flor, onde duas viaturas dos bombeiros foram destruídas pelas chamas, que também se aproximaram de duas aldeias.

Fonte: SIC Notícias

e de repente é noite (XVII)


Onde estavas tu no início desse verão?
Não vieste inclinar-te na semi-obscuridade
do poema, e não se cumpriu
esse perigoso ofício de acrobata
de transferências e ressurreições inacabadas.
Contigo estavam as metáforas mais raras.
Tua fala fixava o inefável de todos os instantes.
Percorria-me um tremor de raiva, a tua ausência.
Despertava para o infinito dos dias
e tudo era um disco negro
no fundo de uma espiral de ouro.
Então, só, eu era eu e as minhas imagens,
mais do que eu e a minha circunstância.
Com elas existia no vozear das esplanadas.
O tu não estares cobria-me de esquecimento
dos nomes das ruas e das pontes
e iluminava-me da discreta melancolia
dos deuses omitidos.
E ficava a ver como quem dorme, paisagens
Suspensas do clamor agudo dos corvos.
E sempre um excesso de brilho
emoldurando a mais profunda noite.

Poemas de João de Sá, do livro "E de repente é noite", 2008.
Fotografia: algures, em Candoso.

07 agosto 2011

Freguesia Mistério n.º 49

Durante o mês de Junho decorreu a votação na Freguesia Mistério n.º 49! A participação foi bastante baixa, talvez porque as pessoas estão pouco atentas ao concelho em que vivem, ou então não querem mostrar tudo o que sabem.
Os seis votos contabilizados ficaram distribuídos desta forma:
Seixos de Manhoses (2) 33%
Trindade (1) 17%
Vale Frechoso (1) 17%
Vila Flor (1) 17%
Vilarinho das Azenhas (1) 17%
A resposta certa não era nenhuma das apontadas, uma vez que as alminhas que a fotografia mostrava situam-se em Assares. Está junto à estrada N102 E802, perto do abrigo da paragem dos autocarros, lugar bastante visível. A poucos metros está o caminho que dá acesso à Quinta do Barracão.
Em Santa Comba da Vilariça há umas alminhas muito semelhantes, mas essas poderão aparecer no futuro.
O que se seguiu foi um enorme rochedo à entrada de uma freguesia. Por acaso o que a fotografia mostra é o que é visível à saída, quando se abandona a freguesia.

06 agosto 2011

Saudades das flores

Quando Agosto começa há muita coisa que muda. desde logo o movimento das pessoas, a dificuldade em estacionar, as festas das aldeias e os incêndios. Também há muita coisa de que se sente saudades: a verdura dos campos; o colorido das flores; a alegria da escola.
Numa passagem por Vale Frechoso durante o mês de Maio, captei o cenário que hoje mostro em fotografia. Contrasta com o dia de hoje, nublado, sombrio, a ameaçar com chuva. No entanto, ainda é cedo para as chuvas que proporcionaram a humidade necessária para a sementeira da primeiras nabiças.

02 agosto 2011

Lenda de Nossa Senhora do Carrasco

O lugar onde está a capelinha de Nossa Senhora do Carrasco [em Benlhevai] antes era apenas um monte, onde andava, numa ocasião, um lenhador com a sua picareta a arrancar e a cortar lenha. E nisto, ao espetar a picareta num carrasco para o arrancar, ouviu um gemido:
— Ai! Ai! Ai…
E descobriu então a imagem de Nossa Senhora. Estava lá escondida no carrasco. Foi ela que deu aquele gemido para que a não magoasse. O povo fez então ali a capelinha, onde colocaram a imagem e a capela ficou, por isso, com o nome de Nossa Senhora do Carrasco.

PARAFITA, Alexandre, Património Imaterial do Douro (Narrações Orais), Vol. 2, Peso da Régua, Fundação Museu do Douro, 2010, p.237

Fotografia: Capela de Nossa Senhora do Carrasco (07-05-2011)

01 agosto 2011

Exposição de Fotografias

Venho convidá-los para o Festival de Artes de Pombal de Ansiães, que vai decorrer em Pombal de Ansiães, concelho de Carrazeda de Ansiães, de 4 a 9 de Agosto de 2011.
Entre um vasto conjunto de manifestações culturais, tenho o prazer de poder partilhar algumas fotografias e histórias de vida a que chamei Profissões Antigas.
Trata-se de uma homenagem a um conjunto de homens e mulheres que, desde tenra idade, exerceram (ou ainda exercem) profissões que aos pouco caíram em desuso. Apesar dos trabalhos árduos que tiveram, sentem orgulho no rumo que tomaram e falam das suas profissões com vaidade.
Para ver  a partir do dia 4 de Agosto na sede da Associação Recreativa e Cultural de Pombal de Ansiães.

Programa do Festival de Artes de Pombal de Ansiães, 2011

30 julho 2011

Barragem Mourão - Valtorno

Uma passagem pela barragem Mourão- Valtorno proporciona sempre uma bonita paisagem, mas, em Maio, o espetáculo era ainda mais bonito. Começou a encher em 2006, mas tinha algumas fugas o que fez com que em 2008 ainda não estivesse completamente cheia. Depois de algumas reparações o problema está resolvido e quando por lá passei em no dia 1de Maio, era grande o caudal que saía da barragem, porque esta estava cheia.

22 julho 2011

Poemas de Amor Para Vila Flor

Foi lançado no dia 17 deste mês o livro Poemas de Amor Para Vila Flor, da autoria de Abílio Aires. O autor é natural da freguesia do Castedo, em Torre de Moncorvo, mas tem uma estreita ligação, afetiva, e não só a Vila Flor, onde atualmente vive. Lançou, recentemente, outro livro de poemas - À vila das flores Vila Flor Capital do Mundo.
Não compareci no lançamento do primeiro livro, mas estive no do segundo, que decorreu no pequeno auditório do Centro Cultural. Estiverem presentes muito poucas pessoas, não imagino qual seja a razão. Penso que todas as formas de arte devem ser incentivadas e acarinhadas. No caso da escrita, ela só existe para ser lida.
Desconhecia completamente a poesia do senhor Abílio Aires e, desde o dia do lançamento, que tenho andado a ler alguns dos seus poemas. Trata-se de um livro de poesia que fala sobretudo do amor, da adoração da mulher. Também há alguns poemas dedicados a Vila Flor, mas são uma minoria. Como comprei também o primeiro livro verificarei, mais tarde, se nesse a Capital do Mundo é mesmo o enredo central.
Dos poemas que já li, deixo um dos que mais gostei.

Mas colhi seu coração

Trinta e três degraus desci
Para te poder falar
Os mesmos degraus subi
Não a consegui encontrar.

Era uma pena ao descer
Pesado fardo ao subir
Eu fui ali para a ver
Não podia desistir.

Ao bater àquela porta
Porta que não veio abrir
Ela tinha ido à horta
Ver as plantas a florir.

O aroma o perfume
Do cravo da hortelã
Era o mesmo do costume
Naquela linda manhã.

Esperei ao cimo das escadas
Estava ali para a ver
Dizer-lhe duas palavras
Quando a visse descer.

Bela a vi aparecer
Trazia rosas na mão
Rosas que não fui colher
Mas colhi seu coração.

Primeira fotografia: Ameixoeira-dos-jardins (Prunus cerasifera) na Av. Dr. Francisco Guerra, em Vila Flor.
Segunda fotografia: Abílio Aires, autor do livro Poemas de Amor Para Vila Flor no dia do lançamento.

15 julho 2011

Peregrinações – Igreja da Santíssima Trindade (Trindade)

Desde que comecei esta série de Peregrinações ainda não repeti um destino, mas a igreja da Santíssima Trindade, na Trindade, merece bem a insistência. Desde 2005 que tento visitá-la, mas em vão. Quando fiz a primeira caminhada à Trindade (9 de Janeiro de 2011) fez tão mau tempo que acabei por não entrar na igreja de tão mal tratado que estava, encharcado e com as botas cheias de lama. Optei por repetir a caminhada, desta vez acompanhado.
De tantas vezes que já passámos em Roios até tivemos direito a provar algumas framboesas e o vinho da adega. Ao início da manhã não cai lá muito bem, mas poderia parecer indelicado recusar. Também não íamos conduzir...
A passagem por Vale Frechoso e Benlhevai foi rápida. Não queríamos ter que desistir a meio do percurso por falta de tempo.
Estávamos a 18 de Junho e o calor já tinha marcas bem evidentes na paisagem. Os caminhos estavam cheios de erva seca que se colava aos cordões das sapatilhas. As flores silvestres já eram poucas, procuradas pelas borboletas no seu eterno corre, corre. Nos ribeiros, com pouca água, havia agriões em flor.
Nas cerejeiras ainda havia alguns frutos maduros, apesar da força da produção já ter passado.
Chegámos ao traçado do IP2 perto da uma da tarde. O tempo já era escasso mas não havia outra solução senão seguir até à aldeia. Acabámos por nos enganar no caminho e fizemos o último quilómetro pela estrada. À distância o estaleiro da empresa que está a fazer a nova estrada já é quase tão grande como o povoado!
Pouco depois estávamos no centro da Trindade, junto à igreja. No dia seguinte seria a festa da Santíssima Trindade, principal festa da aldeia. O largo já estava engalanado e no interior da igreja a imagem da Santíssima Trindade já estava sobre o andor à espera de ser decorado. Não compreendi a imagem, mas depois de ver o estandarte achei que fazia sentido: a imagem representa o Pai, Deus, o criador, nas mãos segura uma cruz, com Cristo crucificado; no topo da cruz está pousada uma pomba, símbolo do Espírito Santo. Tinha imaginado uma imagem como a que fotografei no ano passado em Fonte da Aldeia, no concelho de Miranda do Douro, onde fazem uma interessante festa à Santíssima trindade.
Os altares não são tão ricos como estava à espera. Talvez pelos anos que levei à espera de entrar nesta igreja criei expectativas que não foram satisfeitas. O facto de não ter ricos altares em talha dourada pode advir das várias reconstruções de que foi alvo. Isso não significa que não gostei da igreja.
Na capela-mor destaca-se na tribuna um painel pintado que me pareceu representar a coroação de Maria. Pelo que me disseram é recente e tapa uma parte do altar que está a precisar de restauro. Nas duas paredes laterais há dois nichos. Penso que originalmente eram sepulturas. Estiveram escondidas durante muitos anos. Ao contrário do que vi por aí escrito em vários sítios, pareceu-me que o arco-cruzeiro é românico e não gótico, mas sei muito pouco de arquitectura.
Os dois altares laterais são desiguais no estilo e talvez na época. As imagens são interessantes.
Não deixa de ser curioso o facto desta igreja monumental, uma das mais importantes do concelho, estar numa aldeia com poucas dezenas de habitantes. Podemos pensar que a aldeia é pequena porque as casas foram queimadas no início do século XIX, mas é provável que nunca tenha sido grande. Uma justificação mais plausível pode ser as ligações ao mosteiro de Santa Maria de Bouro funcionando a igreja como ermitério-estalagem, dando apoio aos peregrinos que por aqui passavam para S. Tiago de Compostela.
No frontispício da igreja há uma pedra gravada com o ano de 1619. A igreja original é muito anterior a esta data.
Depois de um último passeio pelo exterior regressámos a casa satisfeitos. Conseguimos fazer os 18 quilómetros do caminho e, sobretudo, visitámos o interior da igreja.

14 julho 2011

Peregrinações - Capela de S. Antonio (Vilas Boas)

O mês de Maio ficou marcado por um conjunto de caminhadas distribuídas pelos concelhos de Freixo de Espada à Cinta, Mogadouro e Miranda do Douro, ocupando praticamente todos os fins de semana. Por isso, a Peregrinação seguinte só aconteceu no dia 5, já no mês de Junho.
De todas as caminhadas a que chamei Peregrinações, esta foi talvez a única em que a designação faz todo o sentido. No dia 5 de Junho a igreja católica celebrou a Ascensão do Senhor, uma das três grandes festas celebradas no Cabeço de Nossa Senhora da Assunção, em Vilas Boas. As populações de muitas aldeias do concelho e dos concelhos vizinhos, percorrem, há muitas décadas, os caminhos que conduzem ao cabeço, para participarem nesta festa. Foi também a primeira vez que fomos três a fazer a Peregrinação: eu, o meu colega Helder e a minha esposa.
Embora o destino final fosse o Santuário de Nossa Senhora da Assunção, ela foi marcada pela passagem por outros locais de culto, daí a ser chamada Peregrinação à Capela de S. Pedro, para não repetir a da Senhora da Assunção (Peregrinação de 24 de Outubro de 2010).
Podíamos ter esperado por companhia, habitualmente há vários grupos de pessoas a partir de Vila Flor, mas como pretendíamos fazer um percurso passando pela aldeia de Vilas Boas fomos só os três.
O caminho foi o mesmo já seguido noutras caminhadas: Vila Flor - Barracão, Cooperativa de olivicultores - Quinta do Reboredo - Vilas Boas.
Encontrámos os primeiros peregrinos mesmo à chegada a Vilas Boas. Era um grupo de ciclistas que vinham do Vieiro.
Encontrei, há uns tempos, algumas marcações enigmáticas no caminho que liga o Vieiro a Vilas Boas. Nunca cheguei a saber se tinham algo a ver com as peregrinações.
A nossa primeira paragem foi na Igreja Matriz. Eu já a conhecia, mas foi uma boa oportunidade para a mostrar  aos meu colegas de caminhada. Quando saímos para a capela de S. Sebastião já se ouvia a Banda Filarmónica de Vila Flor a tocar pelas ruas da aldeia. A capela, situada perto do Pelourinho, estava fechada e seguimos para a capela de S. António.
A capela de S. António fica numa elevação, num dos pontos mais altos da aldeia. É um excelente miradouro. Foi uma ermida. As caraterísticas dignas de destaque são o púlpito exterior, em granito e várias imagens de arte popular no interior. Todas as imagens parecem ser bastante antigas, à excepção da de S. José. Já visitei esta capela vária vezes, uma delas quase no início deste Blogue, em 2007.
Quando nos dirigíamos para a Fonte dos Milagres encontrámos um segundo grupo de peregrinos, estes de Freixiel. Algumas das pessoas estavam a fazer o percurso descalças!
A Fonte dos Milagres estava inundada. Não sei como conseguiram, mas o pequeno nicho com Nossa Senhora da Assunção tinha um arranjo com flores naturais!
Foi junto à fonte que fizemos uma pequena paragem para descanso e retemperamento das forças para a subida ao Santuário. Este acesso, a partir da aldeia, é o mais bonito de todos, mas é bastante cansativo. Nos dias que correm parece que já poucas pessoas sabem andar a pé...
Quando chegamos ao Pórtico já a banda de música se encontrava ali bem como algumas centenas de peregrinos. Subimos à capela no topo do cabeço, onde havia pouca gente, porque tinha saído o andor com Nosso Senhor para o Largo Central, junto do pórtico, lugar para onde se deslocaram as celebrações depois da sua inauguração, em Agosto de 2007. Foi neste local que se celebrou a Eucaristia.
Fizemos o caminho de regresso a Vila Flor também a pé, desta vez utilizando a estrada, que é o percurso mais directo.
Foi bom este misto de contacto com a natureza e de espiritualidade. Não podemos esquecer que 5 de Julho é também o dia em que se celebra o Dia Mundial do Meio Ambiente.
O céu estava limpo e fazia muito calor. Nada que fizesse adivinhar a tempestade que se havia de abater sobre Vilas Boas ao final de tarde. Foi tanta a chuva que caiu em poucos minutos que provocou estragos consideráveis, com inundações e queda de muros. Foi necessária a interversão dos Bombeiros e da proteção civil.

Percurso: (16,5 km)
GPSies - VilaFlor_Cabeco_VilaFlor

13 julho 2011

Peregrinações - N.Sra. da Assunção (Candoso)

No seguimento das peregrinações do mês de Maio fizemos uma caminhada a Nª. Srª. da Assunção, em Candoso, no dia 14. A zona mais fria do concelho onde predomina o granito é também aquela em que as giestas existem em maior abundância e florescem mais tarde. Foi com o entusiasmo de encontrar bonitos mantos de giestas em flor que optámos pela freguesia de Candoso.
 O procedimento foi um pouco diferente do habitual. Fomos até Carvalho de Egas de carro. A caminhada foi de Carvalho de Egas a Candoso com regresso a Carvalho de Egas. Esta opção destinou-se unicamente a não dependermos de ninguém para voltarmos a casa.
Iniciámos a caminhada junto à antiga Escola Primária, agora transformada em sede da associação Alegre Atitude. Descemos à estrada nacional e metemos por um caminho que conduz aos terrenos e hortas junto da aldeia. Este caminho não se revelou uma boa escolha, por não tinha continuidade, mas permitiu uma boa panorâmica da aldeia. Alguns metros mais abaixo encontrámos o caminho certo.
Candoso está a curta distância de Carvalho de Egas e atravessando a montanha é ainda mais perto do que pela estrada. Até se encontrarem os primeiros terrenos agrícolas de Candoso nada mais de encontra do que pinheiros, giestas e rochas graníticas.
Na aldeia há duas capelas devotas a Nossa Senhora da Assunção, a antiga capela, onde nos dirigíamos, e a do Santuário, destino da peregrinação do dia 19 de Setembro.
A antiga capela está situada no fundo do povo, exactamente no lugar onde entrámos na aldeia. Antes de aí chegarmos ainda passamos por duas Alminhas, umas mais antigas, outras mais recentes, ambas já mostradas no blogue. Foi restaurada recentemente, sendo visíveis novas colunas no cabido exterior e o revestimento do tecto no interior. O telhado também é novo.
Em volta da capela existe um bonito espaço em calçada e canteiros com flores junto à parede. Não resisto a entrar sempre que passo junto à capela.
Não conhecia o interior e, por isso, foi com bastante entusiasmo que via a porta abrir-se. O altar é muito rico, em talha dourada, a necessitar de restauro. A imagem de nossa Senhora da Assunção está dentro de uma caixa que já deve ter tido uma porta de vidro. Esta caixa não se enquadra no resto do altar e estou em crer que é muito posterior ao mesmo. Talvez tenha sido aí colocada para proteger a imagem, mas seria interessante ver o altar sem este acrescento. Estava tudo muito limpo e decorado com flores naturais.
Fizemos um curto passeio pela aldeia, até ao cemitério e Jardim-de-infância. Era sábado e mão havia crianças. Aproveitámos para conversar com algumas pessoas da aldeia. A tragédia que se abateu sobre ela com a morte do jovem Renato ainda paira no ar. Falámos longamente com a sua mãe.
O regresso a Carvalho de Egas foi feito por um caminho novo para mim, mas é o mais fácil e rápido, a Avenida do Barreiro. Este percurso passa junto das instalações onde se faz a perdicultura, e que espero ainda vir a visitar.
Em Carvalho de Egas aproveitámos para percorrer a Rua da Capela, onde também pode ser encontrada uma bonita capela, com cabido exterior, dedicada a Nossa Senhora do Rosário.
Apesar do percurso ter sido mais curto do que o habitual, acabámos por levar toda a manhã para o fazer, uma vez que utilizámos muito tempo a conversar com os habitantes de Candoso.

Percurso realizado (6,2 km):
GPSies - CEgas_Candoso_CEgas