
Pretendia encontrar exemplares representativos para a Flor do Mês, mas fiz quase todo o percurso sem encontrar flores dignas de serem referenciadas. As rochas, pelo contrário, são dignas de atenção em toda a área que percorri nas freguesias de Vila Flor, Samões, Carvalho de Egas e Seixo de Manhoses.

Junto ao marco geodésico em Carvalho de Egas está a construir-se um enorme estaleiro. Penso que se destinará a uma britadeira, dado que a pedreira é ali perto. Foram arrancadas algumas amendoeiras de um pomar daqueles que devem ter sido plantados à custa de CEE.
Procurei encontrar as fragas a que chamam “mal casados”. É como procurar uma agulha num palheiro, visto que nunca vi sequer uma fotografia dessas tão “conhecidas” figuras. Há muitas rochas aos pares, mas não é possível ver se estão de “más relações”.

Soube que há um caminho bastante antigo desde o Santuário até ao Seixo. É um estreito carreiro, pelo que dizem. Vou tentar explorá-lo numa próxima oportunidade.
No caminho de regresso, já com o tempo mais fresco, ainda consegui ver alguns coelhos selvagens, coisa rara nos dias de hoje.

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